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Erva Daninha | 05.02.09

Silêncio

O silêncio de certas noites é mais certeiro. Talvez por ser igual a outros silêncios, quais gritos calados na persistência de evitar a guerra. Não são precisas mais vítimas.


 


Ou talvez não sejam iguais, mas apenas parentes na sua mudez ininterrupta. Silêncio, paz, e tanta coisa.

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2 comentários

De egosumquisum a 15.03.2009 às 18:18

Realmente devo concordar que o silêncio (não só de certas noites), seja mais certeiro de que tudo o que algum ser tenha dito, escrito, e certamente pensado, mas não nos resta outra saída que não seja “procurar” no meio do barulho.

De Teresa Alves a 15.03.2009 às 22:23

O silêncio, mais ou menos certeiro, é necessário para equilibrar o sistema, porque é no silêncio que se encontram as respostas, já que elas estão dentro de quem as procura. Nesta linha de raciocínio, o barulho é uma fuga, pelo que saídas há muitas, podem é não ser as mais rápidas e fáceis...

Há assuntos em que nem se coloca a concordância ou a falta dela, já que cada um diz o que se vê da sua janela. Mesmo ao redor de uma praça, o que se vê de cada janela é sempre diferente, e de nenhuma delas se vê tudo.

Obrigada pelo feedback :)

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