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Teresa Alves | 30.06.12

Vida boa, vida nova

Ainda no outro dia um feijãozito se transformou na menina que deslumbra em cada salto que dá por ser sempre maior que o tempo. Quem arrisca dizer que a menina está atrasada na fala para os seus três ou quatro anos, fica de boca aberta quando percebe que afinal só tem ano e meio. E a malta do clã familiar a babar-se até aos pés enquanto as bocas abrem ainda mais ante o discurso da pirralha.

 

Às onze semanas ninguém consegue dizer o sexo do feijãozito que vive já na barriga da mãe. Mas aquele "saquinho" na base da pernita levantada ilude todos que será um miguel. Mas se for uma miguela ninguém se importa. Naturalmente.

 

Inédito no conhecimento da família foi um coisinho de onze semanas a dar aos braços e pernas como se não houvesse amanhã (por isso as pernas não têm tanta definição como o resto do corpo, ficaram desfocadas com o movimento :-). Chega com os pés à cabeça, com as mãos aos pés, e tem energia para dar e vender. Ah, e o coração bate certinho. Mais devagar do que o da mana com o mesmo tempo. E é mais um pormenor a prometer um mano à Carolina.

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1 comentário

De Teresa Alves a 16.08.2012 às 12:09

Será uma mana :-) Será Beatriz :-)

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um gato no telhado, uma humana por casa e uma erva no canteiro