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Gato Vadio | 14.06.13

Férias

Quando nos deixamos apanhar pela loucura que insiste em acrescentar horas aos dias que, afinal, não esticam, podemos a dada altura acordar numa espiral que nos tenta engolir.

Sabemos ser tempo de parar, atirar os básicos para uma mochila e ir fazer sesta numa praia qualquer.

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Gato Vadio | 12.08.10

Perdidos e achados

 

À besta que aproveitou a minha desorientação na estação de expresso, metro e comboios de sete rios, para se abarbatar a uma mochila cor-de-rosa com três tesouros que me custam muito perder, Um búzio calcificado de quinze centímetros, dois potes de doce de figo caseiro e o DVD com todas as fotos e ainda muito boa música que cravei... A roupa é substituível, menos mal, mas quando se ganha pouco, até no chinês é caro :-/ Mas dizia eu, que à besta que achou boa ideia ficar-me com os haveres em vez de os entregar a um funcionário, eu desejo que tropece e caia e bata com a tola no búzio, que apanhe uma monumental diarreia e que o leitor de DVD derreta provocando curto-circuito em toda a casa.

 

Esta imagem foi a única que o telemóvel registou, e apenas para levar este mar todo e revê-lo na cara do telefone. Foi uma semana fantástica. Ah..

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Gato Vadio | 19.07.10

Humanos porém irracionais

 


Clique na imagem para ver a sua origem


 


Incrível a quantidade de anormais que abandonam animais nesta altura do ano. Ai jesus que as pessoas são mais importantes do que os bichos e daí lavam as mãos do crime em nome de umas férias. Pelas ruas cruzamo-nos com fiéis amigos em mau estado, que ainda não desistiram de encontrar as bestas que os abandonaram, confusos com a situação, ilógica a todos os níveis.


 


Não se compreende que prolifere a divulgação sobre o meio ambiente e o equilíbrio das espécies e a responsabilidade do ser humano e tal e depois se autorizem, se promovam e se procurem lojas de venda de animais, negócio cuja sustentabilidade resulta mais da manipulação de interesses do que propriamente da protecção de qualquer espécie.


 


Nestas lojas os animais precisam ser vendidos, e os critérios de bom senso que visem assegurar o máximo possível a saúde e bom desenvolvimento do bicho são deixados para trás, trocados pelas promoções de alimentos e acessórios que assim factura-se mais.


 


Este tipo de negócio sustenta-se maioritariamente na escravização de animais de companhia, impingidos sem critério a donos que procuravam uma novidade e que, chegado o Verão, deitam fora o brinquedo e vão de férias.


 


Também por aqui se mede o atraso deste meu Portugal...

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moradores

 

um gato no telhado, uma humana por casa e uma erva no canteiro